No silencio vivo
como um oivo
o ruido solta o meu silencio
quer distante
quer presente
quer escondido,
não coagito
o ermo pensamento
de que a PAZ existe
a felicdade
o amor.
me encontro a cada bancada da Venus
convocado as reuniões da solidão.
nada por mim esculpido
tem algum sentido
será que meu erro é viver ou
a vida é um erro
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
A TI GENFLA
Genfla, palavras pequenas
Cobertas pela minha simplissidade
Palavras de apreço ao destino
Que nos trouxe de volta.
Se eu fosse poeta
Como esses que se prostituem
Na promiscuidade das palavras
Se embriagam no orgasmo dos versos
Ai sim genfla
Eu te faria um poema
De corpo alma
Corpo sim
Tatuado se pudesse
Como as macuas que nos fazim sonhar
Nas margens de Nahavara
Mas poeta não sou
Nem quero ser
Tenho raiva de quem o seja
Não vou fazer-te grande coisa não
Um abraço como o da lua
Um simples abraço
Livingston
Cobertas pela minha simplissidade
Palavras de apreço ao destino
Que nos trouxe de volta.
Se eu fosse poeta
Como esses que se prostituem
Na promiscuidade das palavras
Se embriagam no orgasmo dos versos
Ai sim genfla
Eu te faria um poema
De corpo alma
Corpo sim
Tatuado se pudesse
Como as macuas que nos fazim sonhar
Nas margens de Nahavara
Mas poeta não sou
Nem quero ser
Tenho raiva de quem o seja
Não vou fazer-te grande coisa não
Um abraço como o da lua
Um simples abraço
Livingston
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