Poderia chamar de meu diário , mas o facto que me força a nao o considerar assim, é o de nao estar a acontecer somente no meu quotidiano, faz parte do diário de cada um de nós, caso nao tenha se deparado com situaçoes destas, eis a oportunidade impar de comigo refletir ou entao me dar alguma resposta a esta pergunta˸ Será que o apocalipse se encontra a passos largos para a sua concretizacao?
Leva-me a rabiscar algo que vi,vivi e ouço , quero consigo partilhar . Sou amigo novo de uma relaçao de amizade que antes era muito forte,esta pertencia a de dois individuos, dos quais, um partilhamos a mesma casa e outro, que mais se liga comigo, vive numa outra casa.
O primeiro viveu uma relaçao matrimonial de dois anos nunca , dela nao houve procriaçao.Face ao sucedido , a esposa se foi para outros caminhos. O segundo teve a poucos meses, uma menina fruto da sua relaçao conjugal. Esta nao é a parte essencial da historia, talves escrita nao tenha o mesmo sabor que falada, mas estás distante, prefiro fazer o uso nas novas tecnologias para lhe contar o que me impacienta a tranquilidade.
O segundo trabalhava numa cidade distante de onde se encontrava sua esposa , esta que se encontrava a trabalhar na cidade onde se encontrava o primeiro, por sua vez, conterraneo da esposa do segundo, o que facilitava a comunicacao. Nessa altura, o primeiro, solteiro, por conseguinte, consoante o empregado dele, a namorada do segundo (o distante), passava noites de nupcias na casa do primeiro ...
O tempo foi passando, e a tranferencia surgiu,o primeiro, sentiu-se na obrigaçao de deixar de passar noites de nupcias, e foi apresentado pela namorada do segundo, como sendo conterraneo , oque facultou e enlaçou os dois. Era uma amizade imensuravel que dava enveja a qualquer um. O segundo nunca desconfiou e nem desconfia que sua esposa teve caso com o primeiro e este sempre se fazendo de amigo presente e confiavel. O primeiro se casou, dois anos de convivencia sem filho,como me referi antes, agressoes no seu lar, desconfianças, acusaçoes e tudo de feio acontecia naquele quarto visinho do meu.
Com a saida da esposa do primeiro, gesto motivado pelo cansaço, muita coisa apareceu a ribalta, a leviandade da esposa do primeiro, que quase todos os seus professores a usaram sexualmente, colegas e vizinhos. A todos ela (a esposa do primeiro), dizia que estava cansada de nao ser satisfeita em sua casa.
Perante esta atitude, começo a ter medo de mulheres, dos amigos acima de tudo de todo o mundo, será que nao estariamos a sentir o belo alarme do principio do fim?
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